segunda-feira, 25 de novembro de 2013
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
De onde surgiram as ideias na política de Direita e Esquerda ?
O contexto histórico das posições políticas formadas no tempo de Luís 16, no final do século 18
Direita e esquerda são posições políticas originárias do lugar ocupado nas cadeiras da Assembleia Nacional Constituinte francesa, no tempo de Luís 16, os anos finais do século 18. Os representantes dos nobres, burgueses ricos e elementos do clero ficavam à direita. Eram os que não queriam grandes alterações na ordem social e política, que os beneficiava por meio de um sistema de privilégios.
Os representantes da pequena e média burguesia e de pessoas simpáticas a tais setores ficavam à esquerda. Eram os que desejavam o fim dos privilégios e uma reforma política e social que, segundo eles, tiraria a França da crise em que se encontrava, e em função da qual o rei havia convocado a Assembleia.
Com o tempo e por influência cultural e política da França, essa terminologia tipicamente francesa ganhou o mundo, sendo adotada inicialmente pelos jornais e, depois, pela mídia em geral. Desse modo, historicamente a expressão “direita política” passou a identificar o partido dos economicamente privilegiados, enquanto que a expressão “esquerda política” ficou como o partido dos menos privilegiados.
Assim, em termos históricos, direita e esquerda não se definiram inicialmente pelas relações entre indivíduo, sociedade e estado, como em geral tendemos a pensar hoje em dia, mas segundo uma divisão entre a “política dos ricos” e a “política dos pobres”. No entanto, na política europeia (os Estados Unidos são um caso que deve ser analisado separadamente), os ricos diziam preferir um estado que viesse a garantir certos serviços essenciais, mas sem interferir muito diretamente nas forças econômicas e principalmente no mercado. Por sua vez, os pobres queriam auxílio compensatório, tirados de todos por meio de impostos e administrados pelo estado, para a amenização dá má sorte na loteria do nascimento.
Desse modo, a direita ficou sendo uma posição alheia ao crescimento do estado diante da sociedade, enquanto que a esquerda se torno uma posição de endosso da maior participação do estado na vida social. A democracia liberal ficou sendo a direita, enquanto que as posições ligadas à social-democracia se mostraram como sendo a esquerda.
No decorrer do século 20, fenômenos ligados ao imperialismo alteraram um pouco esse quadro. Alemanha, Japão e Itália desenvolveram um desejo de participar do comércio internacional de forma imperialista, mas esse tipo de posição já tinha dono. Inglaterra, França e, de certo modo, os Estados Unidos já haviam repartido o mundo em três, exercendo toda forma de neocolonialismo. A ideia que Alemanha, Japão e Itália tiveram, então, foi uma só: quebrariam a ordem liberal interna de seus estados e os colocariam em função de algumas empresas de alguns grupos de pessoas ricas, e assim fazendo teriam empresas poderosas, capazes de competir com aquelas exclusivamente privadas das democracias liberais. Além disso, sempre pensando que talvez não pudessem competir de igual para igual, esses países se militarizaram e quiseram abrir espaço para o comércio com os povos neocolonizados na base da força. Iniciaram então a invasão de países próximos, em busca de um confronto direto com aqueles que então dominavam comercial e industrialmente o mundo. Isso resultou na II Guerra Mundial.
Nasceu dessa posição militarista aquilo que veio a se tornar genericamente a “política do fascismo”. Uma potência fascista, então, passou a ser aquela constituída como um estado totalitário militarizado, protetor das empresas capitalistas e empresas estatais de seu país, baseado em uma hierarquia de poder e privilégios, dos quais participariam não todos os ricos, mas especialmente aqueles que fossem simpatizantes do governo fascista, comandado por um ditador. Esse tipo de posição assumiu-se como “de direita”, é claro, uma vez que se tratava de exercer uma política voltada para os setores dominantes e ao mesmo tempo para o estado, sendo que este se punha como protetor e protegido desse grupo social, ainda que, é claro, se proclamasse protetor de toda a nação.
No século 20, antes mesmo do surgimento do fascismo, a esquerda também ganhou uma vertente totalitária. A social-democracia defendia a participação do estado na economia em função da melhoria da vida dos mais pobres. Trabalhava, no entanto, com a perspectiva de reformas que apontavam para uma sociedade socialista, assumido como um objetivo posto em um horizonte distante, às vezes quase assumidamente utópico. Um setor da esquerda chamou a esse tipo de política de “projeto reformista”, e acusou-o de ser incapaz de realizar o socialismo (o regime que encaminharia para o comunismo, com o fim das classes sociais). Aliás, esses dissidentes passaram a dizer que a social-democracia nem mais queria o socialismo, mas apenas o próprio capitalismo continuamente reformado. O socialismo, ainda segundo esses dissidentes, teria de vir por meio de uma revolução que colocaria toda a economia nas mãos do estado, de modo que este, então, organizaria a produção, a circulação e o consumo. Além disso, o estado retiraria os meios de produção das mãos dos ricos, e com isso iniciaria a transformação de toda a sociedade em uma “nação de trabalhadores”. Sendo todos só trabalhadores, não haveria mais sentido falar em classes sociais, e eis que se estaria aí já no interior do socialismo. A mundialização desse processo eliminaria as classes sociais de todos os lugares, os poderes organizativos de cada estado se tornariam poderes regionais de um só grupo – a humanidade – e isso implicaria no fim dos estados nacionais. Estar-se-ia, então, no comunismo.
Esse Estado socialista que estaria se encaminhando para o comunismo, exerceria uma ditadura transitória, revolucionária (a “ditadura do proletariado”), para poder retirar à força os meios de produção de seus donos. Feito isso, esse estado iria se encaminhando do socialismo para o mundo do comunismo. Ao menos nas vozes de seus progenitores, essa situação intermediária, e muito menos a situação final, não se configurariam como regimes totalitários. Ao contrário, o comunismo seria o regime da mais alta e perfeita democracia, ainda que uma democracia sem política.
Não havendo mais ricos e pobres não haveria sentido falar em partidos ou divergências internas em uma tal sociedade e, portanto, o termo “política” perderia o sentido, pois não haveria mais uma disputa de poder, e sim uma forma de organização colaborativa entre os trabalhadores internos a uma burocracia organizativa e os trabalhadores internos às fábricas e fazendas.
Dito tudo isso acima, o que se pode concluir?
Uma conclusão importante: é uma tolice dizer que não existe direita democrática ou esquerda democrática. Liberais democratas são, em princípio, democratas. Social-democratas são, em princípio, democratas.
Segunda conclusão: não é nada bom tornar direita e esquerda posições indiferenciadas quando optam por regimes não democráticos. É pouco inteligente apostar que direita e esquerda, ao se verem sob totalitarismo, terão igual funcionamento, ainda que, por causa do avanço do estado sobre a sociedade, as liberdades individuais padeçam nesses regimes, tornando-os insuportáveis.
No segundo artigo sobre direita e esquerda na política,
filósofo trata da América
A política francesa do século 18 criou a denominação “direita” e “esquerda”. Paulatinamente essa terminologia foi adotada em diversos países por virtude da influência política e cultural da França. A “política dos ricos” seria a política de direita, enquanto que a “política dos pobres” seria a política de esquerda. Ao longo do século 20, a direita ficou com a política democrática e liberal, ainda que, como expliquei, tenha absorvido também uma vertente totalitária, contrária à democracia liberal, a chamada “política do fascismo”. A esquerda ficou com a política democrática, mas antes socialista que liberal – a “social-democracia”. Mas a esquerda também inventou um tipo de totalitarismo, que veio a se chamar “comunismo”.
Até aí é o que já escrevi no artigo “Uma lição básica de política: o que é direita e esquerda” (IG, 29/09). Todavia, é um esquema que precisa de reajustes aqui e acolá quando diante do quadro americano.
Nos Estados Unidos do pós-Guerra as pessoas se acostumaram a falar em “conservadores” e “liberais”. Assim, diferentemente do mundo todo, em que os liberais sempre ficaram mais próximos de uma postura conservadora, nos Estados Unidos, não raro, o termo “liberal” abarcou pessoas que, em certo sentido, seriam equivalentes aos social-democratas na Europa, os integrantes da chamada “esquerda democrática”.
Essa esquerda democrática ou social-democrata, em sua origem europeia, tinha em suas raízes as mobilizações sindicais segundo uma base social operária e segundo um ideário francamente marxista, mas não revolucionário. Para muitos, essa esquerda nunca deixou de ser a verdadeira herdeira do que deveria ser o socialismo. Ela tinha claramente abandonado qualquer postura revolucionária, optando por uma política de reformas graduais dentro do capitalismo e segundo as regras da democracia liberal. Essa democracia liberal, por sua vez, já não era propriamente a democracia liberal tradicional, mas uma democracia bastante articulada a um estado mais interventor na vida social e econômica. Tal estado foi forjado por conta do embate sindical diante do patronato, vindo a se tornar o que ficou conhecido como Welfare State ou Estado de Bem Estar Social.
Nos Estados Unidos o Welfare State nunca se desenvolveu da mesma maneira e com a mesma pujança do Welfare State europeu. Os Estados Unidos tiveram um movimento operário importante, mas nunca predominantemente marxista, recebendo grande influência libertária, ou seja, anarquista. Após a revolução russa de 1917, depois de um breve período de entusiasmo pela façanha de Lênin lá do outro lado mundo, o grosso da esquerda americana abandonou de vez os ideais já então chamados de “comunistas”, e desembarcou para o interior do grande guarda chuva liberal. Alguns traços de Welfare State só foram introduzidos com o New Deal do Presidente Roosevelt, aquele célebre grande pacto entre patrões e empresários, com participação governamental, com o objetivo de tirar o país da crise de 1929, a chamada “Grande Depressão”. A esquerda americana, desse modo, cresceu sempre muito voltada para a tradição liberal da nação americana, uma tradição herdada do liberalismo inglês, cioso da importância da liberdade individual perante o Estado.
Ora, isso quer dizer que a esquerda americana nunca cultivou a igualdade? Não! Claro que cultivou. A igualdade sempre esteve presente no contexto da política não conservadora. Todavia, não se tratava de exigi-la para aqueles que, enfim, podiam se sentir cada vez mais americanos, mas para os inúmeros grupos de imigrantes com menos sorte na América. Os Estados Unidos sempre foram um eterno lugar de minorias étnicas, e com o tempo também entraram para o jogo político as minorias de gênero, de orientação sexual e outras. A maior parte dessas minorias viu na política da esquerda, isto é, no conjunto da política antes liberal que conservadora, o melhor lugar para suas reivindicações. Como se pode ver hoje em dia, foi necessário um presidente negro para que um elemento de igualdade viesse a contar na política liberal americana com decisiva ênfase, a chamada reforma do sistema de previdência para a saúde nos Estados Unidos.
Por essas razões, talvez a esquerda americana, hoje, seja a que melhor lida com a busca de harmonia entre dois pilares essenciais da política liberal, a liberdade e a igualdade.
Mas, dito tudo isso, pode-se afirmar então que os Estados Unidos contém toda a sua esquerda, agora, no contexto do termo “liberal”?
A partir dos anos sessenta, principalmente com o impacto da Guerra do Vietnã na vida americana, os Estados Unidos desenvolveram a chamada Nova Esquerda. Nunca foi uma esquerda fortemente política, mas muito mais cultural. Na política essa Nova Esquerda produziu vozes isoladas, advogando um marxismo esquemático, às vezes de caráter juvenil e até mesmo idiossincrático. Trata-se de uma esquerda, ainda hoje, com muita dificuldade de mobilização política. Afinal, se não é uma esquerda revolucionária, pode perfeitamente integrar as fileiras dos “liberais” e se inserir na política do Partido Democrata. Bem, mas se é revolucionária, então está dizendo que, na pátria do capitalismo e da democracia liberal, ter-se-á que optar por um regime em que haverá a nacionalização dos meios de produção?
Ora, o americano é muito patriota, mas de modo algum nacionalista. O nacionalismo, para ele, é pensado como um estado que irá lhe tirar liberdades, como um regime que irá se parecer ou com a extrema direita, o nazi-fascismo, ou a extrema esquerda, o comunismo do tipo que existiu na URSS. Nesse caso, a esquerda mais radical, pautada em discursos à base de Marx, mas mesclando-o com Foucault e Nietzsche, tem pouco espaço na política que não seja a política acadêmica ou o que é desenvolvido nas revistas universitárias de “estudos culturais”.
A política brasileira, sempre muito influenciada pela política europeia, de uns tempos para cá tem buscado aproveitar certos elementos da política americana. Nossa esquerda, aqui, buscou aprender com os americanos as políticas ditas compensatórias, que visam integrar em nossa democracia as chamadas minorias – também de várias ordens, étnica, de gênero, de orientação sexual etc. Talvez falte aprender mais, também, com o cuidado diante da liberdade individual, o que demanda uma atenção a mecanismos de participação política antes do indivíduo que exageradamente em partidos e outras instituições.
Por tudo isso dito, não posso deixar aqui de sugerir a leitura do meu Filosofia política para educadores – democracia e política de minorias (Editora Manole, 2013), que contém uma série de pequenos artigos sobre todo esse assunto.
*Paulo Ghiraldelli, 56, filósofo, escritor, cartunista e professor da UFRRJ
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Reunião do Conselho Municipal de Política Urbana
Aconteceu nesta segunda (12), a reunião do Conselho Municipal de Polítcas Públicas, (Edificio Martinelli), onde o Secretário Municipal de Desenvolvimento Urbano, Sr. Fernando de Mello Franco, explanou as propostas para a revisão do PDE e o balanço da sistematização das contribuições da sociedade e ainda foram abertas inscrições para o debate. Dentre os vários pontos apresentados, um muito positivo para a questão habitacional, é o fato de o governo municipal estar propondo em aumentar as ZEIS - Zona Especial de Interesse Social (áreas utilizadas para construção de moradias para quem ganha de 0 a 3 salários). No entanto, fica uma enorme preocupação:
NÃO HÁ MUITOS INDÍCIOS DE MELHORIAS E INVESTIMENTOS PARA A REGIÃO NORTE, PRINCIPALMENTE NAS IMEDIAÇÕES DE BRASILÂNDIA E FREGUESIA.
TALVEZ SEJA O MOMENTO DAS ENTIDADES, MOVIMENTOS POPULARES, CONSELHOS (SEGURANÇA, SAÚDE, EDUCAÇÃO,ETC) FORMULAREM UM DOCUMENTO COM AS REAIS EXPECTATIVAS PARA A REGIÃO.
NÃO HÁ MUITOS INDÍCIOS DE MELHORIAS E INVESTIMENTOS PARA A REGIÃO NORTE, PRINCIPALMENTE NAS IMEDIAÇÕES DE BRASILÂNDIA E FREGUESIA.
TALVEZ SEJA O MOMENTO DAS ENTIDADES, MOVIMENTOS POPULARES, CONSELHOS (SEGURANÇA, SAÚDE, EDUCAÇÃO,ETC) FORMULAREM UM DOCUMENTO COM AS REAIS EXPECTATIVAS PARA A REGIÃO.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
HERANÇA DOS MODELOS DA VELHA D I T A D U R A .
Governo
Alckmin acaba com aulas de Geografia, História e Ciências
O governo do Estado de São Paulo retirou o ensino
de História, Geografia e Ciências nos anos iniciais do Ensino Fundamental. A
nova modalidade faz parte da primeira reformulação curricular que inicialmente
seria aplicada nas escolas em tempo integral.
A retirada das aulas da grade curricular vale para
as 297 escolas que estão no suposto programa de ensino integral implantado a
partir de 2006 e exclui as 21 escolas que não migraram para o novo modelo de
ensino integral – criado em 2012 para o ensino médio e estendido para o fundamental
neste ano.
Mesmo permanecendo na escola por 8 horas todos os
dias, os alunos dessas 297 escolas não terão aulas de Ciências Físicas e
Biológicas, História e Geografia, onde até o ano passado tinham sete aulas
semanais dessas matérias até o 3º ano do Ensino Fundamental. Segundo a
Secretaria de Educação, os horários serão preenchidos por aulas de Língua
Portuguesa e Matemática.
Os alunos do 1º e 2º, 3º ano terão 15 aulas
semanais de Língua Portuguesa que corresponde a 60% da carga horária semanal,
seis aulas de matemática (25%) e Educação Física e Artística ficam com 4 aulas
semanais (15%).
No 3º ano a carga de Matemática sobe para 40% e cai
a de Língua Portuguesa (para 35%). Só nos 4.º e 5.º anos os alunos passarão a
aprender ciências, história e geografia, o equivalente a 7 aulas, ou seja, a
mesma carga que se aplica hoje, num modelo em que desde o 1º ano se tem essas
matérias. Portanto, existe uma diminuição do conteúdo aplicado ao longo de todo
E.F. Não há compensação de aulas no novo programa do governador Geraldo Alckmin
(PSDB). A Secretaria de Educação argumenta que “o objetivo é tornar o currículo
mais atraente”.
A professora Maria Izabel Noronha, Bebel,
presidente do Sindicato dos Professores do Estado Oficial do Estado de São
Paulo (APEOESP), criticou as mudanças. “Tem de haver um fortalecimento em
português e matemática, mas não retirar totalmente outras disciplinas. As
crianças precisam ter acesso ao conhecimento geral, senão a escola fica só para
habilitar”, destacou Bebel. Já a Secretaria estadual de Educação emitiu nota
apontando que estas matérias seriam aplicadas de forma “transversal” dentro de
outras matérias, ou em oficinas no decorrer do dia.
QUALIDADE DE ENSINO
Com o aumento das aulas ministradas, o governo
estadual tenta melhorar os índices de avaliação dos alunos dessas escolas em
seus exames. Já que provas como o Saresp (Sistema de Avaliação do Rendimento
Escolar do Estado de São Paulo) avaliam somente as disciplinas de Português e
Matemática.
Há anos os índices patinam, apresentado números
pífios de desempenho e demonstrando o que, na prática, se vê na maioria das
escolas paulista. No último dia oito a Secretaria de Educação
divulgou os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de
São Paulo (Idesp) de 2012, onde nos anos finais do Ensino Fundamental (8º e 9º
ano) o rendimento dos alunos regrediu de 2,57 em 2011 para 2,50. E na média geral,
entre EF e Ensino Médio também houve redução do desempenho. De 2,61 em 2011
para 2,59 em 2012.
O resultado apresentado pelos alunos na prova do
Saresp para avaliar o desempenho do ensino nos mostra que com 18 anos de
governo tucano ainda temos 55,9% dos estudantes do 8º e 9º ano, com nível
básico na aprendizagem de Língua Portuguesa, 28,5% abaixo do básico, apenas 14%
em nível considerado adequado e míseros 1,6% com nível avançado.
Em Matemática os índices da Secretária de Educação
do Estado são ainda piores. 53,2% dos alunos dos anos finais do EF estão no
nível básico, 36,6% abaixo do básico. Menos de 10% dos alunos de toda a rede
estão em nível adequado, apenas 9,1%. E só 1% de todos os alunos do 8º e 9º ano
do Estado mais rico da federação são considerados nível avançado em Matemática.
Quando a amostragem se dá pelos alunos do Ensino
Médio a situação é a mesma. Em Língua Portuguesa 38,8% dos estudantes estão em
nível básico e 34,4% abaixo do básico. 26,3% se encontram em nível adequado e
apenas 0,5% em nível avançado.
Já em matemática a situação é ainda pior do que no
E.F. 55,8% dos alunos estão abaixo do básico e 39,4% em nível básico. Em nível
adequado somente 4,5% dos alunos alcançaram a faixa e em nível avançado apenas
0,3%.
domingo, 23 de junho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
segunda-feira, 10 de junho de 2013
******************* ASSOCIADOS(AS) ********************* ATENÇÃO AS REUNIÕES PARA REPRESENTATIVIDADE
Audiência Pública – Revisão
Participativa do Plano Diretor Estratégico
Quando: Sábado, dia 15 de
junho
Onde: EMEI Plínio Ayrosa,
à Rua Tomaz Ramos Jordão, 259, Freguesia do Ó
ATIVIDADES
9h às 15h – Oficina
Regional do Plano Diretor
15h30 às 19h – Plenária
preparatória da Conferência Municipal do Meio Ambiente
Agenda de Reuniões do Plano Urbanistico Cabuçu de Baixo - PAI 5
Céu Jd Paraná - Lotação sai do Terminal Cachoeirinha
05/06 - Introdução sobre o funcionamento do Conselho Gestor
03/07 - O Papel do Conselho Gestor
07/08 - Quem pode se candidatar ao Conselho Gestor
04/09 - Eleição do Conselho Gestor - PAI 5
02/10 - Reunião do Conselho Gestor PAI 5
06/11 - Reunião do Conselho Gestor PAI 5
04/12 - Reunião do Conselho Gestor PAI 5
05/06 - Ouvir a Comunidade e proceder com Encaminhamentos Diversos
**** Atenção - a reunião está marcada para iniciar as 15:00 hs****
Agenda de Reuniões do Conselho Comunitário de Segurança Pública do Estado de São Paulo - CONSEG PENTEADO - 72ºDP e 1ª CIA DO 47 BPMM
Rua Cristóvão Santiago, 160 - Pq Tietê - Comunidade Ladeira Rosa
03/07 - Ouvir a Comunidade e proceder com Encaminhamentos Diversos
07/08 - Ouvir a Comunidade e proceder com Encaminhamentos Diversos
04/09 - Ouvir a Comunidade e proceder com Encaminhamentos Diversos
02/10 - Ouvir a Comunidade e proceder com Encaminhamentos Diversos
06/11 - Ouvir a Comunidade e proceder com Encaminhamentos Diversos
04/12 - Ouvir a Comunidade e proceder com Encaminhamentos Diversos
**** Atenção - a reunião está marcada para iniciar as 19hs30 hs****
Reuniões que acontecem na L.B.V. nas últimas Quartas-Feiras das 09:00/12:00hs
Reuniao com as comunidades - acontece no Templo da Legião da Boa Vontade
Janeiro.......nao tem
Fevereiro......dia 27
Março............dia 27
Abril ..............dia 24
Maio..............dia 29
Junho.............dia 26
Julho...........nao tem
Agosto...........dia 28
Setembro......dia 25
Outubro..........dia 30
Novembro......dia 27
Dezembro...não tem
Conferência ESTADUAL do Plano Diretor - Memorial da América Latina
26,27 e 28 de Setembro de 2013
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